domingo, 28 de novembro de 2010

Yes (Mama-Wings')=0;


Meia noite. Um dia à menos. E ainda existem pessoas que vêem isso como algo ruim, mas outros vêem como uma "idéia paciente", assim como ouvi naquela música que rodou. Sinto-me como se voltasse ao tempo, sentada em um banco de igreja ouvindo orações feitas por outras pessoas ajoelhadas ao pé de meu ouvido. Não consigo mais entender o porquê de tudo, e ainda afirmam que tudo não passa de um aproveitamento do que é bom. Viver... saber viver. É a questão. Satisfazer todos os desejos e procurar novas pelo vento sobre ciências que ajudarão a caminhada ao decorrer de cada dia que se passa. Tiros e filtros solares, cabeça erguida para ouvir e aprender, ajudar e evoluir, transformar lágrimas em sorrisos de canto de boca. E o reggae alivia a alma juntamente com o encontro de meus pés na areia e de toda simplicidade que gera o prazer necessário para continuar viva. Continuarei, mas não prometo ser uma maçã não envenenada.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

[RE]: fw... taking it away



Só proponho alimentar seu tédio em meados de tanta contemplação gerada por canções cantadas ao meio de um trajeto sem fim. Garrafas vazias, passos sozinhos em meio de tantos morros, tantos idéias sem nexo quanto uma admoestação feita ao vivo e com direito à platéia.
Falta algo.
Nunca terão acesso ao meu verdadeiro eu. Viajam, viajam em minhas rodovias sem o mérito de um dia ter o passe cobrado pela razão dos motores formalmente forçados.
Falta algo.
Voltando ao tempo, faria tudo com maior pro atividade, isolando pessoas sem compromisso de ser mais uma pessoa com caráter aceitável. Rodaviravolta. Estamos exatamente ao meio.
Falta algo.
Gostaria de crescer e desejar que tudo fosse um dia verdade. Palavras nunca tiveram maior sentido quando você viaja em meus sentimentos esperando que tudo isso fosse uma maravilha formada pelo tempo.
Falta algo.
Olhares sem compromisso desviando de gotas velozes, gritos interrompendo conversas, desafinações atrapalhando canções, desvios interferindo rotas, sua ausência ajudando o meu consumo.
Falta você.

sábado, 6 de novembro de 2010

Vira,volta, beija e passa...


Em meio de tantos fatos hedônicos, volto ao mesmo ponto que toquei meses atrás. Uma vida refeita para ser consultada após vários segundos de vivência, e quando digo vários não economizo em quantidade momento algum.

Tendo os braços livres, os dedos soltos, começo a marcar intervalos de tempo que nunca sairão de minha memória. Potes postos atrás de objetos marcantes, conteúdos previstos para um futuro incerto, uma vida que poderia ser mais, muito mais se tudo conspirasse a favor de nós. Um ano e meio sem conseguir encontrar uma pessoa morando na mesma cidade, mesmo com horários marcados e lugares certos para isto; e apenas depois de todo esse tempo o destino se rende e acaba não ligando mais para as interrupções da felicidade de seres.

E aquela música tocada hoje em dia por nós, nesta roda que me envolve, não fará o sentido que aquele dia o momento fez fazer, fazendo e refazendo feitos, meus sonhos rodeados em uma garrafa sem ao menos ser expresso por olhares que poderiam fazer total sentido ao seu peito apertado em sentimentos febris.

Cabeça baixa, mãos entrelaçadas, braços sem força, corações disparados, calores trocados em busca do equilíbrio que um dia Aristóteles quis afirmar, mas acabou com suas ideias interrompidas por estar apaixonado.

As luzes lá fora iluminarão visões de diferentes pessoas. Já nascemos ouvindo que cada um é cada um, e ninguém mexe no que foi feito para começar e terminar intacto.

Anuncio agora, senhoras e senhores, o fim de tudo, o fim da moral constituída na forma de uma religião imposta por maiores; e hoje você tem raiva de todas essas mascaras das pessoas, que cheias de graça impõem verdades à serem aceitas, mas amanhã, aaaaaaah, amanhã, sinto em dizer e ser negada, mas você fará graça e ignorará todas elas, e elas por fim terão raiva, pois agora você pensa.

Honorários em cima de pensamentos distintos, e tudo o que posso afirmar é que mesmo com luzes não consigo enxergar mais nada.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Take your hand and walk away...

Pensamentos me levando ao que passou, e ao que passará. Nunca conseguirei deixar todo o momento incrível que um dia era sonho, outro realidade, e agora planos de uma felicidade sem fim.
Ao meio de tanta incerteza, sem precisão do que farei de minha vida, você me mostrou uma certeza, a certeza de segurança que tenho em seus braços, dando-me estabilidade necessária para um dia poder juntar todas as peças. Tenho certeza que ao seu lado, quando conseguir encaixar as peças, tudo ficará mais fácil e fluirá como nunca pude imaginar.
Um dia é muito, um dia é pouco,... na verdade um dia é um dia, indiferente para alguns, auto-suficiente para outros, incógnitas para a maioria pensante. Após uma hora desse enorme minúsculo dia percebemos o quanto pessoas fazem falta ausentes por minutos.
Ausentes...
Ausentes do toque, ausentes do cheiro, ausentes da voz ao ouvido.
Ausentes das mãos entrelaçadas na cintura, ausentes nos corpos que envolve.
Ausentes no cabelo que atrapalha o beijo, ausentes nas mordidas e amassos.
Mas... sempre presentes aonde quer que eu vá, à qualquer hora do MEU enorme dia que não passa com você ausente.