E quando tudo passar iremos apenas sentar e relembrar tudo o que foi nos dado. Uma saudação inesperada, uma promessa que acabou por não ser cumprida, sendo esquecida dentre pensamentos que pareciam ser mais importantes, mas que na verdade não passavam de caprichos para que seu ego se elevasse.
Claro que com razão, aliás, por que não seria? Você perdeu seu tempo cultivando ortigas, bromélias e girassóis, mas na verdade elas te queimaram, não floresceram e o pior de tudo: te deram as costas.
O mundo gira, as pessoas rodam, a mente finge estar trabalhando, mas tudo tende a voltar no mesmo ponto, como seus pés que fizeram de tudo para seguir os seus braços, ignorando a passagem da sua mente que dava informações no formato de flashs sem causa, e infelizmente o que era mais temido ocorreu.
Pessoas sempre te ligarão para filosofar no momento que você não queria falar sobre isso, ou aquilo, como preferir, mas o que quero focar é que você correrá atrás de algo lógico e concreto, pois essa pessoa talvez não goste de flores. Você vai dar forças, sem ter elas, mas dará, comprovando cujo Rivalcir Liberato o verdadeiro significado da palavra "Amigo".
Músicas trarão lembranças, sorrisos sem nexo aparecerão sem que haja algo externo para que ele venha lhe dar bom dia, e sim aquilo que sempre dormirá dentro de você, e crescerá sem pedir licensa e nem pagar impostos.
Gostaria que simplismente a pergunta que eu sempre lhe fiz seja respondida, sinceramente em cada despedir, em cada olhar, em cada sorriso... ainda é cedo se você quiser que no próximo encontro eu lhe traga orquídeas, ou lírios, em qualquer língua, lugar, hora ou clima, serei sua fonte de energia, aquela que será o seu motivo de girar, rodar, deitar, aceitar a vida do jeito mais confortável e branda, do jeito que todas as vidas deveriam ser, e rodar junto a ti, junto a mim, sendo contigo estarei no eixo correto.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Meio Fio
A diferença da visão de cada um está realmente no meio em que ela está inserida. A vida nos traz pessoas que não sabemos se serão apenas conhecidos ou os laços se apertarão ao decorrer do tempo. Precisamos de tempo, mas o tempo nunca precisou de nós. Viu?! Como nem tudo nessa vida é recíproco. As pessoas fazem o que fazem por vaidade, apenas isso. Estaremos rodeados de farelos de lembranças que não são lembranças, na verdade nunca foram lembrança, talvez nunca existiu, mas sempre estará ao seu lado para te atormentar nas horas que você apenas gostaria de ouvir a si mesmo. Ouvir, ouvir, e nunca ousar comentar sobre o que está ouvindo. Um sufoco aperta o peito, talvez seja aquele laço, mas o pior é que não sabemos se um dia ele será transformado em vida,o aperto que terá a metamorfose necessária para desencadear os fatos em diferentes ângulos, com diferentes ideologias e diferentes conceitos, talvez seja besteira, talvez ilusão, talvez o mais íntimo pesadelo de alguém, ou ninguém.
Risadas sempre estarão presentes quando colocarmos os nossos sonhos em vitrines. Por isso ninguém sabe o sonho de ninguém, sonhar virou algo ridículo. Ninguém nunca sonhou sobre o desejo mais profundo de um homem, aquele quem você viu em um canto da cidade, ser olhado mas nunca percebido; na verdade perdera a oportunidade de ouvir mais uma história de vida que passou despercebida pelo mundo, sem saber se valeria a pena ou se foi melhor apenas observá-lo sem perceber a vida como fora até aquele momento.
Talvez a vida não exista, não exista para mim ou para alguém/ninguém. Sem reciprocidade, vivemos sem aperto, sem laços e descasos repentinos, sem eu, sem nada, sem você, não estando inseridos em lugar algum e nem ao menos percebendo quem está ao nosso lado.
segunda-feira, 10 de maio de 2010

Quando a esperança de uma noite de amor,
Te trouxer vontade para viver mais,
E a promessa que a chance terminou,
É bobagem,é melhor deixar pra trás.
Eu tô cansado de sofrer,
Quero dançar,sentir calor,
E poder só olhar o universo em torno de você,
Brilhando em vida,
Sorrindo à toa,
Só vibrando amor e paz.
Sinto a noite,
Penso em você.
Lembro como é bom amar.
Quando você se foi chorei,chorei,chorei.
Agora que voltou sorri,sorri,sou rei.
Saiba que o simples perfume de uma flor,
Pode vir a ser um grande amor na sua vida.
Não gaste palavras pra viver,
De iludir os seus sonhos tão raros com
mentiras.
Não maltrate o coração que dedicou ao seu
sorrisos as suas batidas,
E será livre pra sentir dos seios de uma paixão.
Nascer uma história linda.
Diga que me adora,deixa o orgulho e venha
por que já está na hora
Da gente se encontrar e sermos um.
Mas não demora que é pra chama não
desencantar,
Se esvair no ar e só restar lembrança.
Eu tô cansado de sofrer,
Quero dançar,sentir calor,
E poder só olhar o universo em torno de você,
Brilhando em vida,
Sorrindo à toa,
Só vibrando amor e paz.
Sinto a noite,
Penso em você.
Lembro como é bom amar.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Refaço sua história
Aline Michelly dos Santos
Já no princípio, fim esperado
O belo fruto fora envenenado
Luz! Escuridão ao teu lado
Teu descendente será o exterminado.
Oh vida! Foste então sacrificada?
Ira, levou-os à bandeira
Quiseram tudo! Ficarão com o nada
A regra maior foi quebrada.
Se levantará o castigo procurado
Brincas com fogo, sairas queimado
Escolheram ter um futuro condenado,
Quando o mandamento foi apagado.
Tua falta pode ser perdoada
Primeiro, precisarás da esperança recriada
A lei deverá ser lembrada
Tua herança prometida será dada.
Mas se queres, deixa ignorado
Continua com teu errante legado
Virá pôr-do-sol amaldiçoado
Colherás o que tiveres plantado.
E então, para onde vais?
Oh homem! Para onde vais agora?
Quiseste brincar de criador,
Mas esqueceste antes o que era amor.
Oh homem! Para onde vais agora?
Desfizeste teus alicerces familiares
Pregando a desunião em seus lares.
Oh homem! Para onde vais agora?
Devastaste tua casa, teu ambiente
Não aprendeu? A grande floresta ainda sente.
Oh homem! Para onde vais agora?
Preencheste-te de vazio, sentiste-te sozinho
Procuraste em pílulas o caminho.
Oh homem! Para onde cais agora?
Furtar era mais fácil? Foi isto que achaste?
Assassinaste. Torturaste. É sob ti mesmo que ages!
Oh homem! Para onde vais agora?
Tua ambição já matou. A bomba dizimou a população.
E em nome da cobiça, atacaste teu irmão.
Oh homem, para onde vais agora?
Pregaste tolos ideais autor do Holocausto!
E aonde chegaste Oh homem nefasto?
Oh homem! Para onde vais agora?
Procura em outros planetas, ber se nestes,
Encontras a vida que perdeste.
Oh homem! Para onde vais agora?
Como educas tua descendência?
Não a deixes, por favor, seguir tua decadência.
O que sentes criatura?
O que sentes ao ver o sangue no chão?
Como pôde espalhá-lo com a tua mão?
O que sentes ao ver teu vizinho com fome?
A miséria, acaso, é engraçado? Por que o julgas pelo nome?
O que sentes ao ver teu filho no escuro?
Tu que apagaste a luz. Por que reclamas do futuro?
O que sentes ao ver que tudo pode acabar?
Tristeza? Dor? Por que não te empenhas em mudar?
Luta então pelo que acreditas!
Constrói então uma história mais bonita!
Acorda a fraternidade adormecida!
Há bondade em ti! Não está perdida!
Diante da injustiça, não te cales! Grita!
Vocês são feitos da mesma matéria, não te omitas!
Não deixes acabarem com a inocência, com a vida.
Já no princípio, fim esperado
O belo fruto fora envenenado
Luz! Escuridão ao teu lado
Teu descendente será o exterminado.
Oh vida! Foste então sacrificada?
Ira, levou-os à bandeira
Quiseram tudo! Ficarão com o nada
A regra maior foi quebrada.
Se levantará o castigo procurado
Brincas com fogo, sairas queimado
Escolheram ter um futuro condenado,
Quando o mandamento foi apagado.
Tua falta pode ser perdoada
Primeiro, precisarás da esperança recriada
A lei deverá ser lembrada
Tua herança prometida será dada.
Mas se queres, deixa ignorado
Continua com teu errante legado
Virá pôr-do-sol amaldiçoado
Colherás o que tiveres plantado.
E então, para onde vais?
Oh homem! Para onde vais agora?
Quiseste brincar de criador,
Mas esqueceste antes o que era amor.
Oh homem! Para onde vais agora?
Desfizeste teus alicerces familiares
Pregando a desunião em seus lares.
Oh homem! Para onde vais agora?
Devastaste tua casa, teu ambiente
Não aprendeu? A grande floresta ainda sente.
Oh homem! Para onde vais agora?
Preencheste-te de vazio, sentiste-te sozinho
Procuraste em pílulas o caminho.
Oh homem! Para onde cais agora?
Furtar era mais fácil? Foi isto que achaste?
Assassinaste. Torturaste. É sob ti mesmo que ages!
Oh homem! Para onde vais agora?
Tua ambição já matou. A bomba dizimou a população.
E em nome da cobiça, atacaste teu irmão.
Oh homem, para onde vais agora?
Pregaste tolos ideais autor do Holocausto!
E aonde chegaste Oh homem nefasto?
Oh homem! Para onde vais agora?
Procura em outros planetas, ber se nestes,
Encontras a vida que perdeste.
Oh homem! Para onde vais agora?
Como educas tua descendência?
Não a deixes, por favor, seguir tua decadência.
O que sentes criatura?
O que sentes ao ver o sangue no chão?
Como pôde espalhá-lo com a tua mão?
O que sentes ao ver teu vizinho com fome?
A miséria, acaso, é engraçado? Por que o julgas pelo nome?
O que sentes ao ver teu filho no escuro?
Tu que apagaste a luz. Por que reclamas do futuro?
O que sentes ao ver que tudo pode acabar?
Tristeza? Dor? Por que não te empenhas em mudar?
Luta então pelo que acreditas!
Constrói então uma história mais bonita!
Acorda a fraternidade adormecida!
Há bondade em ti! Não está perdida!
Diante da injustiça, não te cales! Grita!
Vocês são feitos da mesma matéria, não te omitas!
Não deixes acabarem com a inocência, com a vida.
domingo, 2 de maio de 2010
Lembranças
Talita Matias Ventura
Hoje, nessa noite enluarada,
Inebriada de luz e brilho,
Penso em seus olhos iluminados
No vento acariciando sua pele,
Nos lábios umedecidos
Como se o orvalho redesenhasse
A beleza do teu sorriso.
Ao ouvir o som das gotas se dissipando no verde da grama
Lembro das lágrimas, que ao descerem em sua face
Impuseram gotas de sangue em meu coração.
A brisa, o relento,
Só trazem lembranças de ti,
A imagem serena de um anjo,
Um semblante sensível e sincero
De alguém que um dia
Sentiu meu corpo em suas mãos,
Meus lábios nos seus,
E todo o meu amor,
Como em uma onda energética de calor
Se transmitindo para o seu interior
Com toda a minha espontaneidade.
São lembranças, saudades de um sonho
Que quase se realizou,
Mas o acaso, o destino, foi cruel e rude
Quando decidiu nos separar.
A esperança de um dia nos encontrarmos
Ainda vive dentro de mim
E lá no meu inconsciente,
Sei que estás comigo.
Hoje, nessa noite enluarada,
Inebriada de luz e brilho,
Penso em seus olhos iluminados
No vento acariciando sua pele,
Nos lábios umedecidos
Como se o orvalho redesenhasse
A beleza do teu sorriso.
Ao ouvir o som das gotas se dissipando no verde da grama
Lembro das lágrimas, que ao descerem em sua face
Impuseram gotas de sangue em meu coração.
A brisa, o relento,
Só trazem lembranças de ti,
A imagem serena de um anjo,
Um semblante sensível e sincero
De alguém que um dia
Sentiu meu corpo em suas mãos,
Meus lábios nos seus,
E todo o meu amor,
Como em uma onda energética de calor
Se transmitindo para o seu interior
Com toda a minha espontaneidade.
São lembranças, saudades de um sonho
Que quase se realizou,
Mas o acaso, o destino, foi cruel e rude
Quando decidiu nos separar.
A esperança de um dia nos encontrarmos
Ainda vive dentro de mim
E lá no meu inconsciente,
Sei que estás comigo.
A ponte entre os castelos
Marcos Vieira da Silva
Corajoso aquele que fala de si como se falasse dos outros
Porque se igualiza ao mundo
Sábio aquele que fala dos outros como se falasse de si
Porque sente que é extensão do próprio mundo.
Talvez as bocas nunca cessem suas lamentações...
Talvez os lábios nunca encontrem o beijo certo...
Se a mente cede à língua solta
Pode-se entender porque Adão e Eva morderam a maçã.
Os olhos que afirmam são os mesmos que confundem.
Os que inocentam são os mesmos que denunciam.
Entregar um olhar é querer ser olhado de dentro pra fora,
E o que se faz, compreendido de fora para dentro.
A mente é o castelo e a muralha de si mesmo.
A muralha mais forte nem sempre guarda o castelo mais rico.
E a mais fraca faz parecer que o castelo não é rico.
Mas todos querem conhecer os castelos.
A palavra que sai da boca para chegar ao castelo
Espreita a muralha pela denúncia do olhar.
A coragem e a sabedoria do castelo unem palavra e olhar
Para conhecer a si mesmo e o que há depois da muralha.
Corajoso aquele que fala de si como se falasse dos outros
Porque se igualiza ao mundo
Sábio aquele que fala dos outros como se falasse de si
Porque sente que é extensão do próprio mundo.
Talvez as bocas nunca cessem suas lamentações...
Talvez os lábios nunca encontrem o beijo certo...
Se a mente cede à língua solta
Pode-se entender porque Adão e Eva morderam a maçã.
Os olhos que afirmam são os mesmos que confundem.
Os que inocentam são os mesmos que denunciam.
Entregar um olhar é querer ser olhado de dentro pra fora,
E o que se faz, compreendido de fora para dentro.
A mente é o castelo e a muralha de si mesmo.
A muralha mais forte nem sempre guarda o castelo mais rico.
E a mais fraca faz parecer que o castelo não é rico.
Mas todos querem conhecer os castelos.
A palavra que sai da boca para chegar ao castelo
Espreita a muralha pela denúncia do olhar.
A coragem e a sabedoria do castelo unem palavra e olhar
Para conhecer a si mesmo e o que há depois da muralha.
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