Meia noite. Um dia à menos. E ainda existem pessoas que vêem isso como algo ruim, mas outros vêem como uma "idéia paciente", assim como ouvi naquela música que rodou. Sinto-me como se voltasse ao tempo, sentada em um banco de igreja ouvindo orações feitas por outras pessoas ajoelhadas ao pé de meu ouvido. Não consigo mais entender o porquê de tudo, e ainda afirmam que tudo não passa de um aproveitamento do que é bom. Viver... saber viver. É a questão. Satisfazer todos os desejos e procurar novas pelo vento sobre ciências que ajudarão a caminhada ao decorrer de cada dia que se passa. Tiros e filtros solares, cabeça erguida para ouvir e aprender, ajudar e evoluir, transformar lágrimas em sorrisos de canto de boca. E o reggae alivia a alma juntamente com o encontro de meus pés na areia e de toda simplicidade que gera o prazer necessário para continuar viva. Continuarei, mas não prometo ser uma maçã não envenenada.
domingo, 28 de novembro de 2010
Yes (Mama-Wings')=0;
Meia noite. Um dia à menos. E ainda existem pessoas que vêem isso como algo ruim, mas outros vêem como uma "idéia paciente", assim como ouvi naquela música que rodou. Sinto-me como se voltasse ao tempo, sentada em um banco de igreja ouvindo orações feitas por outras pessoas ajoelhadas ao pé de meu ouvido. Não consigo mais entender o porquê de tudo, e ainda afirmam que tudo não passa de um aproveitamento do que é bom. Viver... saber viver. É a questão. Satisfazer todos os desejos e procurar novas pelo vento sobre ciências que ajudarão a caminhada ao decorrer de cada dia que se passa. Tiros e filtros solares, cabeça erguida para ouvir e aprender, ajudar e evoluir, transformar lágrimas em sorrisos de canto de boca. E o reggae alivia a alma juntamente com o encontro de meus pés na areia e de toda simplicidade que gera o prazer necessário para continuar viva. Continuarei, mas não prometo ser uma maçã não envenenada.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
[RE]: fw... taking it away
sábado, 6 de novembro de 2010
Vira,volta, beija e passa...

Em meio de tantos fatos hedônicos, volto ao mesmo ponto que toquei meses atrás. Uma vida refeita para ser consultada após vários segundos de vivência, e quando digo vários não economizo em quantidade momento algum.
Tendo os braços livres, os dedos soltos, começo a marcar intervalos de tempo que nunca sairão de minha memória. Potes postos atrás de objetos marcantes, conteúdos previstos para um futuro incerto, uma vida que poderia ser mais, muito mais se tudo conspirasse a favor de nós. Um ano e meio sem conseguir encontrar uma pessoa morando na mesma cidade, mesmo com horários marcados e lugares certos para isto; e apenas depois de todo esse tempo o destino se rende e acaba não ligando mais para as interrupções da felicidade de seres.
E aquela música tocada hoje em dia por nós, nesta roda que me envolve, não fará o sentido que aquele dia o momento fez fazer, fazendo e refazendo feitos, meus sonhos rodeados em uma garrafa sem ao menos ser expresso por olhares que poderiam fazer total sentido ao seu peito apertado em sentimentos febris.
Cabeça baixa, mãos entrelaçadas, braços sem força, corações disparados, calores trocados em busca do equilíbrio que um dia Aristóteles quis afirmar, mas acabou com suas ideias interrompidas por estar apaixonado.
As luzes lá fora iluminarão visões de diferentes pessoas. Já nascemos ouvindo que cada um é cada um, e ninguém mexe no que foi feito para começar e terminar intacto.
Anuncio agora, senhoras e senhores, o fim de tudo, o fim da moral constituída na forma de uma religião imposta por maiores; e hoje você tem raiva de todas essas mascaras das pessoas, que cheias de graça impõem verdades à serem aceitas, mas amanhã, aaaaaaah, amanhã, sinto em dizer e ser negada, mas você fará graça e ignorará todas elas, e elas por fim terão raiva, pois agora você pensa.
Honorários em cima de pensamentos distintos, e tudo o que posso afirmar é que mesmo com luzes não consigo enxergar mais nada.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Take your hand and walk away...
Ao meio de tanta incerteza, sem precisão do que farei de minha vida, você me mostrou uma certeza, a certeza de segurança que tenho em seus braços, dando-me estabilidade necessária para um dia poder juntar todas as peças. Tenho certeza que ao seu lado, quando conseguir encaixar as peças, tudo ficará mais fácil e fluirá como nunca pude imaginar.
Um dia é muito, um dia é pouco,... na verdade um dia é um dia, indiferente para alguns, auto-suficiente para outros, incógnitas para a maioria pensante. Após uma hora desse enorme minúsculo dia percebemos o quanto pessoas fazem falta ausentes por minutos.
Ausentes...
Ausentes do toque, ausentes do cheiro, ausentes da voz ao ouvido.
Ausentes das mãos entrelaçadas na cintura, ausentes nos corpos que envolve.
Ausentes no cabelo que atrapalha o beijo, ausentes nas mordidas e amassos.
Mas... sempre presentes aonde quer que eu vá, à qualquer hora do MEU enorme dia que não passa com você ausente.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Ruptum usuais
Nuvens passam ligeiramente, e continuo sem saber o porquê. Crianças reparam em detalhes que velhos esqueceram que um dia pôdem ver quando crianças, e consequentemente souberam diferenciar o ontem e o hoje.
Nunca me esquecerei de fatos que um dia fizeram sentidos, pois um dia criança eu fui, um dia a pureza das ideiais e sentimentos eu podia transpassar.
Telas de cinema dizem o que é certo, e você só saberá o que é verdade se um dia você ouviu a verdade sobre aquele momento, a verdade que um dia foi verdade, que um dia foi mostrado por ações e hoje o que era rotina acabou virando raridade. Infelizmente, letras de musicas não podem mais ser interpretadas como verdade, o amor não é mais a lei.
Atividades repentinas em uma sala de aula mostra o grau de importância em nossas vidas à respeito de conceitos, e acabam se enganando sobre os fatos.
Acreditam que pessoas são boas, acreditam que o mundo tem salvação, mas quando vira a esquina se sentem fracos e sem força pra continuar pensando o certo. Desmotivados pelo que acontece em cada amanhecer, desmotivados por saber que seus pais e seu país lhe ensinaram o que nunca foi verdade, desmotivados por terem convivido com pessoas desde que nasceram.
Sem saber o porquê de caminhar, continuam andando, focando-se em cada passo, sentindo a roupa colada ao corpo e o tênis apertar, sentindo não só isso, mas sentindo-se vivo por sentir, e não pensar que tudo isso não passa de mais uma paralisia causada pelo 'stress' que pessoas lhe causam, dizendo o que deve ser feito, o que deve ser seguido, o que não deve ser pensado.
Vídeos postados, mensagens chegam aos nossos olhos, e frases lidas comprovam que tudo o que vemos é o que somos, tudo o que passamos seriam pontos em nossas vidas que fariam a diferença vista de fora, mas poderia parar de pensar nisso se um dia pudesse com isso evitar conflitos. E esse calor insuportável de um momento insensível, a imensa vontade de tirar toda essa roupa, sentir apenas os pés no chão gelado, ou sentir o própio gelo do vento que bate por fora, ou até mesmo não sentir e voltar para a paralisia e procurar um sentido em tudo isso.
Descobrir que um dia tudo isso fará sentido, descobrir que viver com pessoas pode fazer sentido, ou então desistir de tudo e começar a enchergar apenas o ponto preto no espaço branco, focalizando totalmente os pensamentos nele para poder entender melhor o nosso interior.
sábado, 16 de outubro de 2010
May I Scream "I Love You"?
Você não imagina o quando é ruim acordar sem você do meu lado.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Outra Person
Bye bye, Mr Jháa! ~ É nozes (:
