terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Vivendo para outros

Previously, on 'Livin' my life by myself'.

Foda-se o que aconteceu, foda-se o que acontecerá. Fatos não farão com que você seja melhor aceito. Pensa que conseguirá dinheiro fazendo tudo isso, e assim conseguirá o respeito desejado desde quando seu pai o ignorava enquanto você tentava mostrar o seu desenho que fizera, mas ele apenas queria beber o café dele para fumar, mesmo não estando em sua cama. Fail desde criancinha, haaam Yo?! haha!
E todos esses blues? Você realmente gostou de ouvir? Ou quer apenas esconder algo atrás desses dedilhados? E o folk? Queria o mesmo através de suas batidas?
Pensa que o espelho irá te fornecer a energia necessária para acabar a semana? Andando por túneis intermináveis com esse sorriso de narciso afogado estampado no rosto?
Como você gosta de ser chamado? Não, não vou te criticar pela sua resposta, mas vou te criticar por ter aceito essa pergunta tão fútil. Garanto-te que eu mesma, nunca gostei de ser chamada.
Suas brincadeiras sem nexo para chamar atenção das pessoas, porque o seu maior medo era se sentir sozinho.
Aposte todas as suas fichas,... até agora não achei nada que você poderia ter medo de perder. Renasça e seja algo maior, apenas algo seria bom também.
Homens nunca foram exemplo, muito menos manual de instruções.
O maior medo não deveria ser apostar todas as fichas, nem estar sozinho, nem saber que sua vida passara de uma mentira... o pior é exatamente isso que você está pensando.

"Corro atrás do tempo, vim de não sei onde, devagar é que não se vai longe...
Venha, meu amigo, deixe esse regaço, brinque com meu fogo, venha se queimar!"


Welcome, and enjoy it ;D
Um ano. Admoestando again, and again, enagain, enáguêin.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Compreendedorismo.


Estamos andando em dois sentidos ao mesmo tempo, diferenciando pontos de vista e fazer todo o errado ser certo. Contradição de uma mesma concepção. A única certeza: todo esse amor.
E me disseram um dia que tudo isso seria ruim. Um dia veremos como fomos crianças, não pelas brigas, e sim pelas brincadeiras bestas e as piadinhas ridículas. E te ver sorrir enquanto vira o rosto pra me ver me faz ver como que toda paciência valerá a pena. Sentir-me guardada e envolvida por você, com a certeza que um dia tudo irá fazer sentido é uma experiência que gostaria de levar para sempre.
A eficiência dos seus abraços em sintonia perfeita com o meu "-mor", aumentando minhas raízes com o material e comprovando a filosofia que Aristóteles tinha com a felicidade.
Levante, não deixe que o dia amanheça antes de fazer o que deixamos pro outro dia. Levante e me faça reconhecer a vida. Levante e me faça viver, diante de seu corpo, em meio ao seu cheiro, pulsando em seus braços, podendo viajar em cada centímetro seu, que agora é meu, que no fim de tudo é e será nosso.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

I'm coming home




Diferentes visões em uma incrível semelhança de assuntos.
Continuo pensando que continuo errando, errando acertando, acertando mas não tão certo quanto teria que ser.
O pai andará com os seus filhos até um certo momendo. Diz que o seu amor é infinito, mas como poderia ser se um dia viveu sem seu filho? O infinito não possui início.
E a malandragem nunca conseguiu infiltrar em vidas onde à repele. Sinto-me tão lisongeada por não poder ser alguém, muito pior do que não ser ninguém.
Muito difícil, aos olhos de alguns, muito fácil na opnião de outros, e infelizmente impossível em minha concepção.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Antes, agora e nunca.


Expressar todo o sentimento em forma de canção, ou até mesmo transformando em pensamentos mais oblíquos jamais explorados por mais ninguém. A América não espera nada, quilombos não cederão segredos para que o sucesso seja alcançado. Sim, o sucesso não é feito pelas pessoas mais conhecidas, e sim pela massa. Abrindo horizontes, e eu nem lembro mais as palavras que eram mais comuns dos dias de ontem.

O sucesso nada mais é que as realizações que cada um alcança? Nós somos capazes de criar e revolucionar ideias, somos deuses do nosso próprio destino, andarilhos de todos os dias e de todas as noites.

Pensamos que vivemos muito, mas só que infelizmente eu ainda não passei dos vinte. Quando tiver 60 anos, vinte anos serão como um mês, e um ano terá um aproveitamento incrível que eu nunca vou pensar na diferença de décadas.

O tempo é tão relativo que às vezes, viver um dia é mais proveitoso do que viver um ano. Só depende de como cada enxergará a positividade que as horas têm a oferecer.

Conviver com pessoas e passar por lugares conhecidos, porém desconhecidos pelo tempo. Com certeza se pintar as paredes eu não conseguirei me achar. Mas o que nos pode ser dado é a poderosa lembrança, independente de que cor pintarem as paredes.

Às vezes consigo me guiar por tijolos, mas prefiro sinceramente acreditar que possa continuar me guiando pelo conteúdo, mesmo às vezes me sentindo perdida em mim mesma. Por vezes, para nos guiarmos, é necessários nos apoiarmos em ombros de gigantes.

E a Portela nunca mais será a mesma no mês de fevereiro, junta com Ipanema, mas prefiro a velha Bahia, principalmente pelas pessoas e sua cultura em meio às águas.

Cantarolias e plantas, chinelos e troncos, violões e chorinhos, saudades da época que gastava o meu tempo como bem queria, pensar nas coisas que queria, dedicar-me às ciências que queria, quando nem dormia querendo respostas que queria, e mesmo assim , sentir-me satisfeita.

Agora, não passaremos de bonecos, mas podemos ser Pinóquios se tivermos grandes mentes.

“Nem parei nem dormi
só pensando em me dar.” (Caetano Veloso – Samba de Verão)

Murilo e Naray

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Quais são suas fichas?


Sorte ou azar? Escolha o seu futuro. Nunca conseguirei ouvir as mesmas frases com o mesmo significado e agora, graças à unção forçada por forças supremas, não conseguirei mais distinguir diferentes barulhos.

Esse cheiro que não lembrava mais que fazia parte da minha vida, as vozes que me rodeavam em pesadelos incessíveis, o roda-roda que o destino tinha para mim, meus irmãos que poderiam ser muito mais que simples amigos.

Pensava que poderia me ajudar, pensava que um dia tudo isso pudesse ser explicado pela sua boca, traduzir-me, descobrir-me. Uma vez passou despercebido e eu terei que rever o que foi visto por olhos que não são meus, outrora foi, mas não mais.

Lará-lá-lá. Não mais, enquanto houver um sol lá fora. E o ato de matar não será mais possível, só em si, poderei ser feliz, bem feliz.

Como em todas as obras bem escritas, há o que o autor ache radiante, e o que ele despreza. Pena que agora só conheço o que não é apreciado, mas saiba que tudo poderia ser diferente, se pessoas não honrassem sua espécie ao menos alguns minutos, suficiente para eu poder criar um fio de esperança e mais tarde poder usá-lo.

Gostava quando acordava para dormir, quando tinha o colo de minha avó e a comida de minha mãe, sem ter que viver com pessoas obrigatoriamente.

domingo, 28 de novembro de 2010

Yes (Mama-Wings')=0;


Meia noite. Um dia à menos. E ainda existem pessoas que vêem isso como algo ruim, mas outros vêem como uma "idéia paciente", assim como ouvi naquela música que rodou. Sinto-me como se voltasse ao tempo, sentada em um banco de igreja ouvindo orações feitas por outras pessoas ajoelhadas ao pé de meu ouvido. Não consigo mais entender o porquê de tudo, e ainda afirmam que tudo não passa de um aproveitamento do que é bom. Viver... saber viver. É a questão. Satisfazer todos os desejos e procurar novas pelo vento sobre ciências que ajudarão a caminhada ao decorrer de cada dia que se passa. Tiros e filtros solares, cabeça erguida para ouvir e aprender, ajudar e evoluir, transformar lágrimas em sorrisos de canto de boca. E o reggae alivia a alma juntamente com o encontro de meus pés na areia e de toda simplicidade que gera o prazer necessário para continuar viva. Continuarei, mas não prometo ser uma maçã não envenenada.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

[RE]: fw... taking it away



Só proponho alimentar seu tédio em meados de tanta contemplação gerada por canções cantadas ao meio de um trajeto sem fim. Garrafas vazias, passos sozinhos em meio de tantos morros, tantos idéias sem nexo quanto uma admoestação feita ao vivo e com direito à platéia.
Falta algo.
Nunca terão acesso ao meu verdadeiro eu. Viajam, viajam em minhas rodovias sem o mérito de um dia ter o passe cobrado pela razão dos motores formalmente forçados.
Falta algo.
Voltando ao tempo, faria tudo com maior pro atividade, isolando pessoas sem compromisso de ser mais uma pessoa com caráter aceitável. Rodaviravolta. Estamos exatamente ao meio.
Falta algo.
Gostaria de crescer e desejar que tudo fosse um dia verdade. Palavras nunca tiveram maior sentido quando você viaja em meus sentimentos esperando que tudo isso fosse uma maravilha formada pelo tempo.
Falta algo.
Olhares sem compromisso desviando de gotas velozes, gritos interrompendo conversas, desafinações atrapalhando canções, desvios interferindo rotas, sua ausência ajudando o meu consumo.
Falta você.