sábado, 21 de maio de 2016

2016

Muitas vezes somos totalmente egoístas, com sede de uma bebida que nunca nos fora apresentada, com ânsia da comida que nos fora rejeitada.
Um olhar não fora ainda respondido, porém a vontade de que o significado fosse autêntico ainda estará presente no perispírito da beata cega viva perspicaz.
Desculpe-me,
Se nunca fora quem você esperava.
Desculpe-me,
Se sempre esperarei por você.
Obrigada,
Por que me enganar.
Obrigada,
Por nunca me fazer esperar. 

Amizade

Voltar ao mesmo ponto, diz-se de passagem uma busca em si mesmo, pela vontade e necessidade de precisar de algo com um valor maior, um significado mais profundo.
Desculpe-me se decepcionei pelas minhas vontades limitadas. Espero que um dia seja tudo em vão, tudo limitado sem precisar que ninguém prove, ou comprove, ou reprove a vontade de provar algo mais intenso, contra peso de de uma verdade que ninguém teve coragem de dizer, ninguém expressou, alguém apontou porém não possuiu coragem o suficiente de apenas dizer algo sincero, companheiro, olhar nos olhos e compartilhar da verdade que todos sabiam, mas não haviam coragem de compartilhar com a pessoa que diziam ser amigo.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Repetição

Cansado, exausto, porém insiste no mesmo caminho. A vida talvez seja mais fácil, porém o prazer ficará estacionado, talvez vire até lenda.

A ti

Assim fica facil,
tudo feito para ser terminado,
o espanto não espasma,
o espasmo apodrece,
aos poucos com sonolência,
de um dia amanhecer plena,
consciencia te conhecer,
você e mais ninguém.


domingo, 18 de outubro de 2015

Superficie de Sacrifício

Noites mal dormidas,
apenas sussurros
providos dos surdos
na mente fechada
não há esperança
de um dia ceder
a ser sem ser ninguém.

Não vem na lembrança
o dia da dança
dos passos calados
das noites paradas
sorrisos sem sorte
companhia sem versos.

Rotina sufoca
mente apavora
não sente outrora
deadline sombria
sem ansiedade
empregada em vão.

6x6

Bibibela

Disseram um dia algo errôneo, com preguiça, tomei como verdade.

domingo, 9 de agosto de 2015

Afasta

Não quero as palavras de outrora, os lamentos que um dia saiu de mim. As ganâncias que me foi passada e agora rezo para passar e não parar, impregnar, mudar como tudo muda porém depois de resistir.
As palavras gravadas e expostas em um plano onde tudo era guardado, ninguém sabia o caminho, era fechado, ninguém insistia em saber o motivo, eram só palavras jogadas sem expor nada, onde as entrelinhas diziam sinceras condolências de nunca ter tido algo verdadeiro, alguém que estaria lá ou fosse confiável.
Não quero ver o passado, cravado e estampado em cada página do produto, vendido por aí a preço de migalhas, tão pouco que uma pomba reclamaria a quantidade.