Não quero as palavras de outrora, os lamentos que um dia saiu de mim. As ganâncias que me foi passada e agora rezo para passar e não parar, impregnar, mudar como tudo muda porém depois de resistir.
As palavras gravadas e expostas em um plano onde tudo era guardado, ninguém sabia o caminho, era fechado, ninguém insistia em saber o motivo, eram só palavras jogadas sem expor nada, onde as entrelinhas diziam sinceras condolências de nunca ter tido algo verdadeiro, alguém que estaria lá ou fosse confiável.
Não quero ver o passado, cravado e estampado em cada página do produto, vendido por aí a preço de migalhas, tão pouco que uma pomba reclamaria a quantidade.
domingo, 9 de agosto de 2015
Afasta
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