Aaaaaah!
Eu ainda insisto em mudar o mundo com ideologias compradas. Sinto muito, eu realmente sinto muito, sinto-me tão incapaz de fazer tudo ao mesmo tempo por você, mas nunca vou voltar atrás em minhas palavras que um dia foi soltas no ar com o intuito de reconhecimento e igualdade ao mesmo tempo, coisa que hoje em dia infelizmente ou felizmente está em extinção. Você ainda insiste em acabar comigo aos poucos com indiretas horríveis, e eu não me agüento em pé desde noite passada, e isso se prolonga até a noite que chega, que estou vivendo e não consigo descansar tendo unicamente os seus passos em meus corredores internos. Não quero te mandar embora, você não tem culpa de estar vivendo os meus sonhos mais superficiais, pois na verdade nem preciso adormecer para ver o desespero que entrelaça-o se tornar realidade.
Queria ser mais e poder alcançar estrelas que um dia disseram que eu seria incapaz de tudo o que já passei, que no fim não iria ter resultado algum, elas foram más mas só que foram boas ao mesmo tempo, pois acreditei o contrário e fui atrás de provas que comprovassem que eu sou mais do que elas mostravam. Nada foi retirado de seu lugar, até então, até que o contrario fosse comprovado, e eu ainda continuo a caçar anjos engarrafados, com o mesmo vocabulário criado pelos meus sentimentos internos que vivem calados, frases feitas vindas de discos que mudam a minha vida ao decorrer de cada minuto, e eu vivo a pensar na mesma pessoa, vivo para ela, mas infelizmente ela não vive para mim. Escrevo, transcrevo, mas não sou louca de transcrever o que realmente sinto. Frases feitas sem sentido algum preenchem os vazios formados, produtos de um novo começo que eu nem quis começar, só quero saber o final, e se não for possível um fim sem um começo, que tudo isso espere eu ter paciência para cultivar algo desde o começo, porque para mim não é necessário um final feliz se eu não puder dizer o mesmo à respeito do começo.
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