Em um rítmo barato, de uma música esquecida, sinto meu corpo ferver em pensamentos contraditórios. A vontade de tudo e de todos era que tudo o que estiver passando se torne um eixo descontínuo, formando uma força onde tudo ocorra fujindo do normal.
Quem sabe se sua alma irá sumir, aquela que você vendeu para fazer um novo mundo, perdendo sua auto estima ao longo do caminho?
E o pior é que sabemos que Deus está inventando razões, prolongando sem motivo, mudando estações sem um sentido maior para a vida.
Não há sentido em esconder todos os erros quando se desiste de sonhos ao longo do caminho, tendo apenas a oportunidade de fingir se estiver desorientado, se não pertencer à este lugar.
Posso disfarçar o melhor de qualquer um, o melhor de todos, na verdade não apenas o melhor, mas sim o melhor e o pior de tudo.
Quem sabe se sua alma irá sumir?
Seu Deus não saberá mais inventar razões, prolongações sem um sentido fixo de um futuro incerto, e ninguém poderá evitar a mudança das estações que exala o leve pressentimento de fim.
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