
Passar tempo sem fazer nada, pensando que se eu realmente tivesse a obrigação de fazer algo seria desprazeroso. Como diz Zeca "o melhor da vida é isso e ócio". Sim, apresento agora os vagabundos que também tem vez! Estão presentes em filosofias de mercado, uma visão centrada de quem preferia a cama ao ver algo. Sem nada, absolutamente nada para pensar, bebo café e continuo com um imenso sentimento crescendo (não sei da onde) e percorrendo minhas rodovias. Não sei bem como definir, poderia definir fisicamente e vocês pensariam que eu estou sendo criança. É como se fosse uma vontade de caminhar no meio fio com o seu melhor amigo do lado, vontade de cantar sem ter uma nota afinada, fazer folk sem ao menos ter uma letra em mente, dizer "oi" pra uma pessoa desconhecida que parecer mau humorada. Pular, correr, ser artista, escrever sem precisar ler, ouvir o que queremos... e quando nos depararmos com o que não queremos só nos restará mudar, fantasiar, entrelaçar idéias que nos agradam, mixando o útil ao agradável de uma forma meio amarga, porém inevitável. Mas às vezes me pergunto "se é bom ou ruim", pra dizer o certo o ruim é não ter o certo. Parece tudo tão fácil agora quando tudo está claro, poderia ter visto antes mas quando me via já tinha virado o rosto pros problemas e deixar o dia-a-dia fazer tudo se perder, ou se achar em um lugar bem distante de mim.
E hoje o telefone tocou, não entendendo nada mandei uma metralhadora de perguntas "Quem? Onde? Quando?" e ganhei um *desliga na cara*.
Desculpe-me, mas minha educação não é proporcional à minha felicidade.
poderia ter visto antes mas quando me via já tinha virado o rosto pros problemas e deixar o dia-a-dia fazer tudo se perder, ou se achar em um lugar bem distante de mim.
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