domingo, 18 de outubro de 2015

Bibibela

Disseram um dia algo errôneo, com preguiça, tomei como verdade.

domingo, 9 de agosto de 2015

Afasta

Não quero as palavras de outrora, os lamentos que um dia saiu de mim. As ganâncias que me foi passada e agora rezo para passar e não parar, impregnar, mudar como tudo muda porém depois de resistir.
As palavras gravadas e expostas em um plano onde tudo era guardado, ninguém sabia o caminho, era fechado, ninguém insistia em saber o motivo, eram só palavras jogadas sem expor nada, onde as entrelinhas diziam sinceras condolências de nunca ter tido algo verdadeiro, alguém que estaria lá ou fosse confiável.
Não quero ver o passado, cravado e estampado em cada página do produto, vendido por aí a preço de migalhas, tão pouco que uma pomba reclamaria a quantidade.

Um dois mil dois mil

Uns são poucos, outros nada. Nada esperado de ninguém e o céu nunca foi visto tão azul, com nuvens sem formatos, desiludindo crianças esta tarde sem café nem manteiga.
Desconforto no pé da moça, calor dentro do terno, infelicidade do padeiro que nunca quis estar lá. A atriz que engana a si mesmo na tentativa de ver algo bom nos dias que só trazem dor.
Os segundos não terão o mesmo valor, valora enquanto acaba, gasta-se ao decorrer do rumo ao fim passando arrastado e cheirando amônia, o escuro vira claro e o claro não existe, começo, meio e fim.

Olá

Olá teste teste xD

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Nada gruda, tudo repele.

O desconforto do dia-a-dia já transbordou faz tempo. Não sei mais o que usar para tapar os buracos. Os dias passam e tudo muda, mas nada para agradar alguém ou algo. E palavras não chegarão de graça para te ajudar a se expressar, expressar a revolta e a paz que vem e volta mas não fica, momentânea como gosto de menta na boca. 

sábado, 7 de dezembro de 2013

Eu...

"Vou fazer cena amor,
Pra ver
Se vale a pena a dor
Só pr'eu ser tema desse teu compor.

Não sou assim amor,
Foi só
Uma maré ruim,
Perdoa o drama,
E não desiste de mim.

Você quando chamou, eu não pude ir,
Eu tive muito medo na hora
E hoje eu sou culpada.

E eu, que fico à flor da pele,
Sem querer,
Eu tenho um coração vulcânico
E sempre acabo errada.

Não, não diga que eu lhe trato mal,
Eu tento tanto te fazer feliz,
Mas acontece qu'eu sou desastrada.

Não, eu nunca quis te machucar,
Prometo pra você deixar de cena,
Acho que eu só quero ser amada.

Vou fazer cena amor,
Pra ver
Se vale a pena a dor
Só pr'eu ser tema desse teu compor."

Link: http://www.vagalume.com.br/mallu-magalhaes/cena.html#ixzz2mrpK9Nbq

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Espinho de cauda

Gastar tempo com a boca em sujeito difere a verdade de não teres substância. 
Sua verdade em palavras de suplente calão. 
Desvenda-me se tua língua empatia ter.
Em todo lugar que olho posso ver pessoas malfadadas.
Falsidade, indiscrição, sorrisos opacos e olhares de canto são sinônimos do
dia a dia do cidadão modernizado.
Afinal, é melhor um concordar mentiroso de cabeças inimigas ou um xeleléu
qualquer nos aspirando a maldade?