A diferença da visão de cada um está realmente no meio em que ela está inserida. A vida nos traz pessoas que não sabemos se serão apenas conhecidos ou os laços se apertarão ao decorrer do tempo. Precisamos de tempo, mas o tempo nunca precisou de nós. Viu?! Como nem tudo nessa vida é recíproco. As pessoas fazem o que fazem por vaidade, apenas isso. Estaremos rodeados de farelos de lembranças que não são lembranças, na verdade nunca foram lembrança, talvez nunca existiu, mas sempre estará ao seu lado para te atormentar nas horas que você apenas gostaria de ouvir a si mesmo. Ouvir, ouvir, e nunca ousar comentar sobre o que está ouvindo. Um sufoco aperta o peito, talvez seja aquele laço, mas o pior é que não sabemos se um dia ele será transformado em vida,o aperto que terá a metamorfose necessária para desencadear os fatos em diferentes ângulos, com diferentes ideologias e diferentes conceitos, talvez seja besteira, talvez ilusão, talvez o mais íntimo pesadelo de alguém, ou ninguém.
Risadas sempre estarão presentes quando colocarmos os nossos sonhos em vitrines. Por isso ninguém sabe o sonho de ninguém, sonhar virou algo ridículo. Ninguém nunca sonhou sobre o desejo mais profundo de um homem, aquele quem você viu em um canto da cidade, ser olhado mas nunca percebido; na verdade perdera a oportunidade de ouvir mais uma história de vida que passou despercebida pelo mundo, sem saber se valeria a pena ou se foi melhor apenas observá-lo sem perceber a vida como fora até aquele momento.
Talvez a vida não exista, não exista para mim ou para alguém/ninguém. Sem reciprocidade, vivemos sem aperto, sem laços e descasos repentinos, sem eu, sem nada, sem você, não estando inseridos em lugar algum e nem ao menos percebendo quem está ao nosso lado.
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