
Simplesmente a coisa mais simples do mundo. Redundante? Com todos esses ocorridos precisarei ser, pois não sei o que dizer sobre esses incidentes.
Como diria Zeca Baleiro: “Canções de amor se parecem porque não existe outro amor”. E é muito fácil desvendar essa verdade. Agimos igualmente toda vez em que tudo isso torna a nos agonizar a pele, atormentar o olfato, roubar-nos o tato e abusar de nosso paladar.
Parece realmente irônico. Com tanto sentimento despejando em meu eu de uma só vez que eu me perco o ponto de referência. Toda essa energia acaba atraindo vários amores de uma só vez, sendo o ponto de referência que acabou sendo perdido um dia esteve em minhas mãos.
Tudo, e todos, que um dia não obteve a coragem necessária para prosseguir viagem vem à mim, no intuito de embarcar, ao menos mais uma vez, para tentar me convencer de que o barco pode ter mais um viajante.
Viajante, dentro de mim. Via gente, através de janelas que poderiam nos trazer a certeza de um mundo lá fora que possuísse amor, mas desperdiçou todas as chances.
Amor, (in)felizmente, será apenas a nossa única correlação, pois sendo através das janelas, de um ponto de referência, ou até mesmo de um viajante, mesmo este sendo um pirata, nunca haverá um sentimento que possa a ser comparado ao nosso.
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