segunda-feira, 18 de julho de 2011

4;4.4,

Alívio contínuo. Cabeça pensante. Mãos inquietas tentando descrever momentos. Não consigo não borrar a folha que me consola.

O ar passa pelo meu corpo com indícios de que tudo voltará. Tudo, todo, tanto. Digo-lhe que toda essa confusão pode ser momentânea, ou apenas precisa de uma palavra final para que o fim seja imposto.

Tentarei ser mais clara.

Pense em um quadro, repleto de rabiscos feitos à óleo e à cera. Sem distinguir quem é quem. Uma confusão continua, e ao mesmo tempo descontínua por ser confuso. Viva o verbo confusão.

Meio, fim, começo.

Fim, meio, começo.

Começo, fim, meio.

Fim, começo, meio.

Começo, meio, fim.

Mesmo não tendo o total poder da compreensão, serei qualquer parte da sua história que você desejar.

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