Alívio contínuo. Cabeça pensante. Mãos inquietas tentando descrever momentos. Não consigo não borrar a folha que me consola.
O ar passa pelo meu corpo com indícios de que tudo voltará. Tudo, todo, tanto. Digo-lhe que toda essa confusão pode ser momentânea, ou apenas precisa de uma palavra final para que o fim seja imposto.
Tentarei ser mais clara.
Pense em um quadro, repleto de rabiscos feitos à óleo e à cera. Sem distinguir quem é quem. Uma confusão continua, e ao mesmo tempo descontínua por ser confuso. Viva o verbo confusão.
Meio, fim, começo.
Fim, meio, começo.
Começo, fim, meio.
Fim, começo, meio.
Começo, meio, fim.
Mesmo não tendo o total poder da compreensão, serei qualquer parte da sua história que você desejar.
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