terça-feira, 13 de julho de 2010
Aos vencedores, purê de batata! Hmmm, diliça!
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Retratos encerados
Eu ainda insisto em mudar o mundo com ideologias compradas. Sinto muito, eu realmente sinto muito, sinto-me tão incapaz de fazer tudo ao mesmo tempo por você, mas nunca vou voltar atrás em minhas palavras que um dia foi soltas no ar com o intuito de reconhecimento e igualdade ao mesmo tempo, coisa que hoje em dia infelizmente ou felizmente está em extinção. Você ainda insiste em acabar comigo aos poucos com indiretas horríveis, e eu não me agüento em pé desde noite passada, e isso se prolonga até a noite que chega, que estou vivendo e não consigo descansar tendo unicamente os seus passos em meus corredores internos. Não quero te mandar embora, você não tem culpa de estar vivendo os meus sonhos mais superficiais, pois na verdade nem preciso adormecer para ver o desespero que entrelaça-o se tornar realidade.
Queria ser mais e poder alcançar estrelas que um dia disseram que eu seria incapaz de tudo o que já passei, que no fim não iria ter resultado algum, elas foram más mas só que foram boas ao mesmo tempo, pois acreditei o contrário e fui atrás de provas que comprovassem que eu sou mais do que elas mostravam. Nada foi retirado de seu lugar, até então, até que o contrario fosse comprovado, e eu ainda continuo a caçar anjos engarrafados, com o mesmo vocabulário criado pelos meus sentimentos internos que vivem calados, frases feitas vindas de discos que mudam a minha vida ao decorrer de cada minuto, e eu vivo a pensar na mesma pessoa, vivo para ela, mas infelizmente ela não vive para mim. Escrevo, transcrevo, mas não sou louca de transcrever o que realmente sinto. Frases feitas sem sentido algum preenchem os vazios formados, produtos de um novo começo que eu nem quis começar, só quero saber o final, e se não for possível um fim sem um começo, que tudo isso espere eu ter paciência para cultivar algo desde o começo, porque para mim não é necessário um final feliz se eu não puder dizer o mesmo à respeito do começo.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Baby, I'm in your Wrong Way ;*
Tudo o que me resta, isso sim seria tudo o que me resta em meados de retalhos de cetim, nunca tendo a complexidade de um olhar. Queria que tudo se transformasse em algo menos complexo, mas se a recompensa vier não ligo pra tudo o que insiste em acontecer. Um dia após o outro e eu continuo no mesmo lugar, a me torturar por promessas que são prováveis que não tornem-se realidade, com um resultado quase tendendo ao improvável, e eu continuo a juntar grãos de um sonho que nunca será concreto. Infelizmente, hoje acordei com alguém sussurrando em meu ouvido a verdade que meus ouvidos pagariam com sangue pra não ouvir, mas o pior de tudo é que tudo veio de mim mesma.
O pior não é tudo o que acontece com nossa vida astral, pessoal, profissional, e outros tipos de vidas que cada louco inventa pra satisfazer suas necessidades, o pior de tudo é saber que seus olhos nunca serão meus.
Essência da decência
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Doze
"I just don't mind it anymore..."
Seus braços em meus abraços
Me perco e me acho ao mesmo tempo
Apenas com o poder de sentir o momento
Será que será possível?
Todo enredo de uma história
Toda reclamação em memória
de toda discussão revisada
E eu não consigo, realmente,
Não consigo me focar em nada...
A vida espera,
A vida na inveja,
A vida adverte:
Viver faz mal à saúde.
E toda hora,
todo tempo,
todo todo,
Estando todo
Embalado em orgulho,
Congelado por barulho,
de suspiros, estalos e tapas,
Desde todo o fim,
Enfim, seu-meu-nosso,
Corpo junto em conjuntode um único ser.
E eu esperarei,
Vendo cada anoitecer sem o teu calor,
Vivendo cada amanhecer sonhando
E não apenas esperando,
O teu tão esperado sentimento
Em rimas baratas de sentido boêmio,
Infelizmente, contra brilhos noturnos.
Apenas, em cinco dias,
Apesar, de vinte meses,
Apelar para o prolongamento de anos...
Eu digo, repito e se necessário pixarei no muro
Da frente da sua janela,
Palavras singelas
e apesar de tudo, sinceras!
De um sonho com gosto do chocolate com café,
tão macio quanto a cama que me engana...
E se precisar
matarei;
Pois um vagabundo como eu,
Além de tudo, também merece ser feliz! ;D
terça-feira, 22 de junho de 2010
20:02
E os dias passarão, em meio de tanta exaustão criada por ilusões que colocaram em nossas mentes, sonhadoras e criadoras de um mundo perfeito, entrelaçado de sorrisos verdadeiros, um mundo onde o verdadeiro é a coisa mais simples e clichê que pudesse existir. Mentes perdidas nunca mais, e a verdadeira vontade de fazer a diferença voltaria a ser algo concreto. Sim, estou sentada vendo o tempo passar, o tempo que não deveria passar assim como está passando. Medo! Ele mesmo, ele está em todo vão vazio que reina a minha mente. Gostaria que tudo isso fosse embora e eu estivesse sentada ao seu lado, neste exato momento, de preferência em uma calçada, com os olhos fixos em meu imundo allstar que não lavo por pura preguiça. Como faz a falta de uma comodidade criada por nós, aquela que eu sempre quis e não sei se um dia vou conseguir tudo isso. Se um dia tudo isso vir a acontecer, eu acreditarei em Deus, ou em algo que saiba o verdadeiro significado de destino, talvez o mesmo que me explicou o porquê da distância. Se um dia isso acontecer, no momento em que ver tudo isso passar na frente de meus olhos eu poderei compreender todas as mensagens expressas sem ao menos uma palavra, aquelas que foram construídas por sorrisos, palavras amigas, apoio quando eu mais precisei, suas mãos secando minhas lágrimas e seus abraços me aliviando de toda tensão. Tudo isso contradizendo os valores pregados pelo verdadeiro significado de palavras exatas; aah, e como eu amo o seu jeito inexato, adoro jogar, adoro fazer graça e comprovar a sua reação, afinal você me ensinou que a vida não teria graça se eu soubesse o final de cada história. E digo mais, sendo ou não ideal, tendo o seu apoio, carinho e conselhos, para mim já seria mais do que ideal.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Piancada
O celular desperta tocando a minha música preferida... todo dia! Não sei porque eu não peguei raiva ainda do toque, acho que por ser minha música preferida. Levanta, tropeça, esbarra na porta, abre a janela e vê a neblina que impede a visão da poluição visual causada pelo capitalismo atual. Beleeeeza! A natureza mais uma vez vence todo o sistema. E quem afirmaria que o homem pode controlar tudo? Desencano com o horário, tomo o meu banho demorado e só pelas minutos gastos com a água correndo o meu corpo já valeu eu ter acordado muito mais cedo do que deveria, e mais tarde seria admoestada como todos os outros dias por colegas, por ter corrompido o horário marcado. Um dia não mata, o dia que mata! Me seco, cheia de pensamentos, pensamento sobre pessoas, pensamentos sobre fatos, pensamentos sobre o pensar, agir, falar, sorrir. Sorrisos bobos, compromissos furados, mas eu apenas desço as escadas e tento cumprir compromissos. Ligo? Não ligo? Subo, desço, mas no fim não saio nunca do lugar. Sinto um aperto, me afogo sem água na esperança de acordar mais um dia com a minha música preferida, de preferência ter um dia seguido de um longo banho e com pensamentos que me façam querer viver, podendo ou não ter como centro você.