terça-feira, 13 de julho de 2010

Aos vencedores, purê de batata! Hmmm, diliça!

O único problem que está presente no meu dia-a-dia é o não saber do que acontece do outro lado enquanto eu aqui me acabo de tanto pensar em possibilidades. Sim, exatamente isso, a vida é feita de possibilidades, não é de azar nem sorte, muito menos de coisas boas ou más. São possibilidades que estão a disposição de todos, mas que apenas alguns conseguem ver e menos ainda conseguem utilizar, desfrutar delas, fazer com que elas se transformem em sucesso, aquele sucesso que os poetas desprezavam, e outros elevavam. E a vida nunca pára, pra mim e nem pra pessoa que eu não consigo distinguir os seus princípios ao decorrer do tempo. Sinto-me tão incapaz, todos me elogiam por ser forte, mas o que eu realmente precisava de forçars pra conseguir, eu nunca tive, tive toda essa força um tempo atrás, mas agora o incenso já está no fim. Incensos; como são perfeitos! Deixam meu quarto com uma energia que me faz acreditar em forças, não qualquer uma: nas minhas forças! Trazem-me sonhos que não conseguiria sem eles, os sonhos que me fará um dia no futuro voltar atrás, voltar para você, e você terá eu como a única escolha, a única chance de ser feliz, e talvez você negue novamente, apenas pra elevar o seu ego, e como é de costume eu ficarei triste. Mas não ficarei triste por não te ter, e sim por você não me querer e mesmo assim conseguir ser feliz sem os meus incensos, e eu vou ter como escolha sentar na frente de casa com o meu violão, se estiver com fome não recusarei o purê de batata, e vou ver tudo isso como uma possibilidade!

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Retratos encerados

Aaaaaah!
Eu ainda insisto em mudar o mundo com ideologias compradas. Sinto muito, eu realmente sinto muito, sinto-me tão incapaz de fazer tudo ao mesmo tempo por você, mas nunca vou voltar atrás em minhas palavras que um dia foi soltas no ar com o intuito de reconhecimento e igualdade ao mesmo tempo, coisa que hoje em dia infelizmente ou felizmente está em extinção. Você ainda insiste em acabar comigo aos poucos com indiretas horríveis, e eu não me agüento em pé desde noite passada, e isso se prolonga até a noite que chega, que estou vivendo e não consigo descansar tendo unicamente os seus passos em meus corredores internos. Não quero te mandar embora, você não tem culpa de estar vivendo os meus sonhos mais superficiais, pois na verdade nem preciso adormecer para ver o desespero que entrelaça-o se tornar realidade.
Queria ser mais e poder alcançar estrelas que um dia disseram que eu seria incapaz de tudo o que já passei, que no fim não iria ter resultado algum, elas foram más mas só que foram boas ao mesmo tempo, pois acreditei o contrário e fui atrás de provas que comprovassem que eu sou mais do que elas mostravam. Nada foi retirado de seu lugar, até então, até que o contrario fosse comprovado, e eu ainda continuo a caçar anjos engarrafados, com o mesmo vocabulário criado pelos meus sentimentos internos que vivem calados, frases feitas vindas de discos que mudam a minha vida ao decorrer de cada minuto, e eu vivo a pensar na mesma pessoa, vivo para ela, mas infelizmente ela não vive para mim. Escrevo, transcrevo, mas não sou louca de transcrever o que realmente sinto. Frases feitas sem sentido algum preenchem os vazios formados, produtos de um novo começo que eu nem quis começar, só quero saber o final, e se não for possível um fim sem um começo, que tudo isso espere eu ter paciência para cultivar algo desde o começo, porque para mim não é necessário um final feliz se eu não puder dizer o mesmo à respeito do começo.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Baby, I'm in your Wrong Way ;*

Tudo o que eu queria neste momento é estar errada sobre os conceitos que acabei formando desde noite passada. Sim, pra formar conceitos não é necessário tempo, nem ao menos um relógio que te incomoda no pulso e que depois de um tempo você só se lembra dele quando precisa, assim como a maioria das pessoas fazem com seus próprios sentimentos.
Tudo o que me resta, isso sim seria tudo o que me resta em meados de retalhos de cetim, nunca tendo a complexidade de um olhar. Queria que tudo se transformasse em algo menos complexo, mas se a recompensa vier não ligo pra tudo o que insiste em acontecer. Um dia após o outro e eu continuo no mesmo lugar, a me torturar por promessas que são prováveis que não tornem-se realidade, com um resultado quase tendendo ao improvável, e eu continuo a juntar grãos de um sonho que nunca será concreto. Infelizmente, hoje acordei com alguém sussurrando em meu ouvido a verdade que meus ouvidos pagariam com sangue pra não ouvir, mas o pior de tudo é que tudo veio de mim mesma.
O pior não é tudo o que acontece com nossa vida astral, pessoal, profissional, e outros tipos de vidas que cada louco inventa pra satisfazer suas necessidades, o pior de tudo é saber que seus olhos nunca serão meus.

Essência da decência

Aprendemos a valorizar as passagens que não deveriam nem ao menos existir. Os dias estão virando intervalos de tempo que não deveriam transcorrer na frente de meus olhos, e as pessoas como sempre inventando, inventando ser pessoas, inventando ser gente, inventando os meus pesadelos que eu queria que tornassem verdade. Arrepios não é uma linguagem não verbal, não mais depois de hoje, onde vi pessoas cultivarem idéias e jogando fora ideologias, aquelas que choraram pra conseguir uma pra viver, mas agora ninguém liga mais pra essência, e sim liga pra estrutura; não, infelizmente não estou dizendo sobre o seu dia-a-dia gaseificado, nem os fósforos que você desperdiçou pensando que a válvula do gás estava aberta. Sua mãe não lhe deu caminhos, e agora você implora por um ombro que te aconselhe. Poderia ficar ao seu lado, mas sinceramente? Infelizmente eu tenho algo mais interessante pra fazer, infelizmente ou felizmente, porque na verdade eu odiaria minha companhia, nem sequer me agüento olhar no espelho. Quando me olhava no espelho era pra saber como você me via, como você me enxergava, mas eu me precipitei e não consegui nem ao menos ver o meu reflexo que você roubou pra você e não quer me devolver, mesmo dizendo que eu não faço mais parte do seu presente, e eu vivo a cultivar o meu futuro misturado com uma pitada de passado, tentando fazer uma correlação relativa ao excesso de egocentrismo que minha mãe sempre me apresentou como se fosse a melhor forma de dizer adeus a quem eu mais amei na minha vida. Digo isso por pura experiência, não te vi por um ano, felizmente, não falei com você por um ano, e nem ao menos ouvi sua voz uma vez sequer, e se eu morresse hoje com certeza isso não me faria nenhuma falta. Eu não sou ruim, os fatos que me corromperam na esperança de que um dia a bondade fosse relativa, e pessoas pensassem antes de afirmar algo, mas isso continua não acontecendo, ninguém pensa, mas na verdade é pior do que parece: pessoas pensam que pensam, e acabam deixando de pensar pela certeza de uma mentira inventada. Ouço vozes de quem amo, ouço suspiros de quem mais quero, mas tudo não passa de sentidos, nada se torna verdade, mas na verdade, acho até melhor que assim seja, assim como todos pensam que é a melhor maneira de evitar confusões. Delírios armados por amadores, que me deram sorrisos e me iludiram com palavras, em meio aos meus doces preferidos, como dizia minha avó, me pescaram com a boca! Eu na minha simples inocência, caminhando por corredores sem fim, sem o meu antigo mais brilhante meio-fio que um dia de chuva dancei com meu melhor amigo, mas que por falta de reciprocidade acabou se afastando e acho que se isso acontecesse comigo faria o mesmo. Na verdade já estou fazendo, mas pessoas sentirão o que eu senti quando isso tudo tomou um sentido em minha vida, a vida cor de rosa em meio ao azul, as cores não dizem nada, na verdade se você prestasse atenção em mim você entenderia tudo, mas na verdade como vários poetas dizem, eu escrevo pra mim mesma, sem compromisso de verdade, sem compromisso de invenções, mas nunca lhe disseram uma verdade inventada: inventar é o melhor remédio pra alma e pro corpo, mas pode ser o pior veneno da minha alma em seu corpo, até que sua mente delire em lembranças criadas, porque na verdade, não te vi por um ano, felizmente, não falei com você por um ano, e nem ao menos ouvi sua voz uma vez sequer, e se eu morresse hoje com certeza isso não me faria nenhuma falta. Confusões criadas, imagem em meio de sentimentos copiados e colados, pois nada é verdade, nada é nada, tudo é tudo, tudo é nada e nada nunca será tudo.
Segunda-Feira, 5 de Julho de 2010. [21:21]

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Doze




"I just don't mind it anymore..."

Seus braços em meus abraços
Me perco e me acho ao mesmo tempo
Apenas com o poder de sentir o momento
Será que será possível?
Todo enredo de uma história
Toda reclamação em memória
de toda discussão revisada
E eu não consigo, realmente,
Não consigo me focar em nada...

A vida espera,
A vida na inveja,
A vida adverte:
Viver faz mal à saúde.

E toda hora,
todo tempo,
todo todo,
Estando todo
Embalado em orgulho,
Congelado por barulho,
de suspiros, estalos e tapas,
Desde todo o fim,
Enfim, seu-meu-nosso,
Corpo junto em conjuntode um único ser.

E eu esperarei,
Vendo cada anoitecer sem o teu calor,
Vivendo cada amanhecer sonhando
E não apenas esperando,
O teu tão esperado sentimento
Em rimas baratas de sentido boêmio,
Infelizmente, contra brilhos noturnos.

Apenas, em cinco dias,
Apesar, de vinte meses,
Apelar para o prolongamento de anos...
Eu digo, repito e se necessário pixarei no muro
Da frente da sua janela,
Palavras singelas
e apesar de tudo, sinceras!
De um sonho com gosto do chocolate com café,
tão macio quanto a cama que me engana...

E se precisar
matarei;
Pois um vagabundo como eu,
Além de tudo, também merece ser feliz! ;D

terça-feira, 22 de junho de 2010

20:02


E os dias passarão, em meio de tanta exaustão criada por ilusões que colocaram em nossas mentes, sonhadoras e criadoras de um mundo perfeito, entrelaçado de sorrisos verdadeiros, um mundo onde o verdadeiro é a coisa mais simples e clichê que pudesse existir. Mentes perdidas nunca mais, e a verdadeira vontade de fazer a diferença voltaria a ser algo concreto. Sim, estou sentada vendo o tempo passar, o tempo que não deveria passar assim como está passando. Medo! Ele mesmo, ele está em todo vão vazio que reina a minha mente. Gostaria que tudo isso fosse embora e eu estivesse sentada ao seu lado, neste exato momento, de preferência em uma calçada, com os olhos fixos em meu imundo allstar que não lavo por pura preguiça. Como faz a falta de uma comodidade criada por nós, aquela que eu sempre quis e não sei se um dia vou conseguir tudo isso. Se um dia tudo isso vir a acontecer, eu acreditarei em Deus, ou em algo que saiba o verdadeiro significado de destino, talvez o mesmo que me explicou o porquê da distância. Se um dia isso acontecer, no momento em que ver tudo isso passar na frente de meus olhos eu poderei compreender todas as mensagens expressas sem ao menos uma palavra, aquelas que foram construídas por sorrisos, palavras amigas, apoio quando eu mais precisei, suas mãos secando minhas lágrimas e seus abraços me aliviando de toda tensão. Tudo isso contradizendo os valores pregados pelo verdadeiro significado de palavras exatas; aah, e como eu amo o seu jeito inexato, adoro jogar, adoro fazer graça e comprovar a sua reação, afinal você me ensinou que a vida não teria graça se eu soubesse o final de cada história. E digo mais, sendo ou não ideal, tendo o seu apoio, carinho e conselhos, para mim já seria mais do que ideal.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Piancada


O celular desperta tocando a minha música preferida... todo dia! Não sei porque eu não peguei raiva ainda do toque, acho que por ser minha música preferida. Levanta, tropeça, esbarra na porta, abre a janela e vê a neblina que impede a visão da poluição visual causada pelo capitalismo atual. Beleeeeza! A natureza mais uma vez vence todo o sistema. E quem afirmaria que o homem pode controlar tudo? Desencano com o horário, tomo o meu banho demorado e só pelas minutos gastos com a água correndo o meu corpo já valeu eu ter acordado muito mais cedo do que deveria, e mais tarde seria admoestada como todos os outros dias por colegas, por ter corrompido o horário marcado. Um dia não mata, o dia que mata! Me seco, cheia de pensamentos, pensamento sobre pessoas, pensamentos sobre fatos, pensamentos sobre o pensar, agir, falar, sorrir. Sorrisos bobos, compromissos furados, mas eu apenas desço as escadas e tento cumprir compromissos. Ligo? Não ligo? Subo, desço, mas no fim não saio nunca do lugar. Sinto um aperto, me afogo sem água na esperança de acordar mais um dia com a minha música preferida, de preferência ter um dia seguido de um longo banho e com pensamentos que me façam querer viver, podendo ou não ter como centro você.